segunda-feira, 15 de abril de 2013

Filme: Faça o que eu Digo, mas não faça o que eu faço



Para assistir no Youtube, clique na imagem


Sinopse: O filme Faça o que eu digo, não faça o que eu faço. traz uma reflexão sobre a vida de muitos "cristãos" que proclamam o cristianismo no domingo e na igreja, porém ocultam cuidadosamente no restante da semana. Sempre "espiritualizando o amor", partitipando de cultos e mais cultos, correndo a todos os congressos, mas ... sem fazer do amor uma forma
 prática de ajuda.... não serve a Deus,  nem ao diabo ...... com um pé em Cristo e outro no mundo ...... nem frio nem quente ... apenas morno..

ÓTIMO FILME!!


http://www.youtube.com/watch?v=crNfmh5iFAg

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Estudo: A figura de um Pastor



Biblicamente, a palavra pastor pode estar relacionada não somente ao nosso líder eclesiástico que prega nos cultos. Podemos listar 04 tipos diferentes da utilização da palavra PASTOR.

* Ministério
* Profissão
* Senhor Jesus
* Senhor Deus

 
Ministerialmente, podemos enfatizar homens que receberam este dom, como mencionado por Paulo em Efésios 4.11  E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores,

Profissionalmente, vemos relatos em toda a bíblica sobre pessoas que criavam estes tipos de animais.

Deus  -  É o versículo mais conhecido entre cristãos: Sl 23 O SENHOR É O MEU PASTOR, E NADA ME FALTARÁ.
Jesus - Em João 10 Jesus direciona quase interamente o capítulo afirmando que Ele é o BOM PASTOR.

Diante de tanta diferença, reconhecemos as pessoas que eram pastores de formas diversas. Alguns exerciam a funcão de cuidar de animais, e outros, cuidavam de pessoas, ou até ambos.
*Abel era um pastor  Gn 4.2
* Abraão, Isaque, Jacó Gn 13.7, 26.20, 30.36
* Raquel e Rebeca eram Pastoras Gn 29.3
* Davi 2 Sm 5.2
* Moisés Ex 3.1
* Amós 1.1

Muito mais que somente pregar, um pastor, é responsável pelas ovelhas. É ele quem as alimenta, cuida, protege, resgata se necessário; 
O pastor é o responsável pela organização do culto à Deus, é ele quem recebe e instrui o rebanho ao crescimento, segundo Deus. 
Lembre-se o centro do culto é Deus! Qualquer homem, pastor, ministro ou seja lá quem for, que dirigir atenções ou um culto para sí, está pecando. ISSO TAMBÉM É IDOLATRIA. 
Todo louvor, toda adoração deve ser rendida a Deus, e não a homens. 
Menosprezar um pastor também é pecado, respeito e submissão é essencial para a vida cristã.

Jesus no capítulo 10 de João se entitula O BOM PASTOR. Esta afirmação nos remete a entender que é necessário termos um pastor.



* Ele conhece e é conhecido pelas ovelhas - A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora João 10:3

* Ovelhas ouvem a voz do pastor e a seguem -As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; João 10:27


A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora.
João 10:3
A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora.
João 10:3
A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora.
João 10:3
 
* As ovelhas são incapazes de acertar o caminho - Lendo sobre ovelhas, me deparei com um relato que achei curioso: As ovelhas mesmo vendo o caminho para o aprisco não entendem o caminho que devem percorrer, por isso os pastores tem que estar sempre observando-as, resumindo, as ovelhas são burras! Por isso que o Salmo 32.8 é tão real - Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos 

*O pastor provê alimento e águas boas para elas -Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas. Salmos 23:2

* O cajado e vara protegem, direciona ao arrependimento. A vara e o cajado era um meio pelo qual os pastores recolocavam as ovelhas no caminho correto, era através destes objetos que o pastor conseguia até mesmo salvar ovelhas que caiam em fendas e penhascos. Enquanto eram retiradas elas sentiam DORES, dores que levavam a salvação; 
Todos nós precisamos passar por estes momentos de dores, passar pelo arrependimento, chorar por nossos erros, e permitir que Jesus nos direcione ao caminho correto - Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Salmos 23:4



* Jesus ainda busca ovelhas perdidas -Que vos parece? Se algum homem tiver cem ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos montes, deixando as noventa e nove, em busca da que se desgarrou? Mateus 18:12

*Para habitarmos na Casa do Senhor por longos dias -Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias Salmos 23:6

As Ovelhas somos nós, portanto:
> Precisamos conhecer a voz de Deus
> Precisamos  ouvir e obedecer a voz de Deus
> Precisamos reconhecer que somos incapazes, lembre-se: você é burro! Não pode nem salvar-se sozinho.
> Precisamos nos alimentar das coisas de Deus.
> O cajado - ARREPENDIMENTO é essencial para a vida.
> Jesus ainda busca por ovelhas perdidas, busque você também.
> Jesus separará bode de ovelha, pode ser que você esteja sentado ao lado de um bode, mas pode ser também, que você seja o bode. Se existe ainda áreas que é preciso conserto e mudança aproveite o dia que se chama hoje. Jesus muda a natureza o temperamento, e o caráter.
Lembre-se você tem um pastor, O CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA É O NOSSO PASTOR.




Toda honra e Glória a Ti Senhor.



 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Filme: Em Teus Braços

Drama: Filme Em seus Braços



 PARA ASSISTIR ON LINE CLIQUE NA IMAGEM
 
   
O Filme Católico Em seus Braços, foi produzido pela Linn Produções, o longa metragem é destaque na vitrine da Distribuidora COMEV, leia a ficha técnica:
Sinopse: Um filme cheio de ação, drama. Uma família fica abalada com o desaparecimento de sua filha que fazia compras junto com sua mãe. Os dias se passam e nem as investigações policiais nem as orações trazem qualquer resultado. A mãe fica indignada e questiona porque um Deus, que é tão cuidadoso, pode deixar isso acontecer com uma criança que foi entregue Em Seus Braços... Uma forte e emocionante história que evidencia questões de fé. Através de respostas inesperadas revela que, acima de qualquer tragédia, mesmo em meio ao caos, Deus está sempre no controle.


Prós: É um filme que enfatiza a necessidade do perdão, e amor familiar.

Contras: Rico em clássicas crenças católicas, e menção subliminar de vida após a morte.



sábado, 6 de abril de 2013

Liberalismo, seu filho ecumenismo, Thalles Roberto no “Esquenta”


Thalles no Esquenta_Por Anderson Alcides
E levantou Ló os seus olhos, e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada, antes do Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor. E escolheu Ló para si, as campinas do Jordão.
“Apenas Ló… o homem justo”.
Não se enganem; de Deus não se zomba. Pois tudo o aquilo que o homem semear, isso ele colherá. – Lembre-se da esposa de Ló.
Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem.
(Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11).
Intolerância é a palavra da vez. Está na boca do povo das mais variadas classes. Segundo o dicionário MiniAurélio, versão eletrônica, a palavra tolerância significa: “1. Que desculpa; indulgente; 2. Que admite e respeita opiniões contrárias à sua”. Já a palavra, acrescido do sufixo ‘in’, o antônimo intolerante, quer dizer algo contrário, algo ou alguém não tolerante. A definição de intolerante ainda está ligada à inflexibilidade, à intransigência, que por sua vez significa severidade.
O que é mais notório, é que nunca, intolerância está ligada à violência física ou verbal. Embora seu significado esteja ligado à inflexibilidade, – e muitos infelizmente fazem um link entre violência e intolerância –, ser inflexível, rígido, não significa ser violento. O que nos leva a questionar o que é violência, então? (Isto fica para outra oportunidade). Mas vamos sim, pensar um pouco sobre intolerância e violência.
Desrespeitar não é uma atitude louvável, mesmo que haja divergências de opiniões entre as partes, é necessário respeito. É senso comum atualmente, ligar intolerância à violência. É possível discordar de alguém sem lançar mão da violência. Não há motivos para tal atitude grotesca. Pensemos um pouco sobre as questões em pauta na nação brasileira, por exemplo, intolerância religiosa. Embora a nação brasileira seja laica, há aqueles que defendem sua crença fazendo agressões à fé alheia, seja física ou verbal.
Para nós cristãos, devemos entender que a nossa regra de fé e prática, autoridade final é a Bíblia, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo, sendo a Palavra de Deus para o homem e a revelação suprema de quem Deus é e o Seu plano para a vida do ser humano.
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”. 2 Tm. 3:16,17.
“Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração”. Hb. 4:12
“Ecumenismo é o processo em busca da unidade. O termo ecumênico vem do grego oikouméne, designando “toda a terra habitada”. Então, num sentido mais restrito seria a união em favor da unidade das igrejas cristãs, e no sentido lato a unidade entre as religiões. O Dicionário Aurélio define ecumenismo como movimento que visa à unificação das igreja cristãs (católica, ortodoxa e protestante). A definição eclesiástica, mais abrangente, diz que é a aproximação, a cooperação, a busca fraterna da superação das divisões entre as diferentes igrejas cristãs. Do ponto de vista do Cristianismo, pode-se dizer que o ecumenismo é um movimento entre diversas denominações cristãs na busca do diálogo e cooperação comum, buscando superar as divergências históricas e culturais, a partir de uma reconciliação cristã que aceite a diversidade entre as igrejas”.[1]
Assim, é o processo em busca da unidade. Mas em nome de uma unidade entre religiões diferentes a igreja cristã entra num processo de apostasia.
No ano de 1930, o missionário americano David McGraven, foi inquietado por uma pergunta: “Por que algumas igrejas crescem e outras não?”. Em busca da resposta, percorreu vários países e continentes, igrejas em busca da resposta. Tão apaixonado pelo tema começou um instituto de pesquisa de crescimento de igrejas. Mais tarde, em 1969, o Seminário Fuller na Califórnia o convidou para ir à Califórnia, e abriu ali instituto. Naquela época a Igreja Cristã estava enfrentando dois grandes problemas: o liberalismo e o seu filho legítimo, ecumenismo. A igreja estava sendo devastada por estas duas frentes. E a Igreja perdeu seu rumo.
Na Europa, o liberalismo entrou nos seminários, foi para os púlpitos e o que tem surgido deste processo são as conhecidas dead churches (igrejas mortas). Pois o liberalismo teológico relativiza a Palavra, relativiza o pecado e relativiza a verdade. Neste processo, surge o ecumenismo, pois ele sutilmente prega que a verdade pode estar nos dois lados. Tanto um como o outro.
No Canadá, há igrejas que tem apenas quinze ou vinte membros e cultos a cada três meses. Igrejas mortas. Igrejas onde o liberalismo entrou e seu filho legítimo cometeu “assassinato”.
Recentemente (17/03/2013) o cantor Thalles Roberto esteve no programa “Esquenta” da Rede Globo. O tema do programa neste dia era sobre tolerância. A apresentadora perguntou a Thalles se a igreja dele era tolerante, e o mesmo respondeu que era, pois a sua igreja o aceita como ele é. O programa falou sobre a importância da tolerância entre as religiões, portanto levou ao ar um meio encontro entre crenças.
A Igreja de Cristo, tem se enamorado pelas coisas do mundo, deste século, e pelo pragmatismo (aquilo que dá certo, aquilo que é mais fácil). Faz uso de métodos com o objetivo de alcançar almas, mas que na realidade sua eficácia se torna em piedade morta. A mídia tem tentado inculcar-nos que é mais fácil tolerar do que confrontar, mesmo que seja em amor. Nisto, em nome da tolerância, a Igreja tem dado as mãos à outras religiões, participado de eventos ecumênicos como se fosse a coisa mais certa a se fazer. Afinal precisamos de um mundo sem violência, um mundo hoje haja paz. Mas não entendeu que violência e intolerância não são a mesma coisa.
Indignado com o que vi, postei no Facebook: “Ecumenismo maldito”. Um colega questionou o que Jesus teria dito sobre isso? A verdade é que para vermos o que Jesus teria dito basta olharmos para as Escrituras:
“E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente: Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras. Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.” Ap. 2:18-22
Releiamos o texto exposto no início deste post:
“Não se ponham em jugo desigual com os descrentes: pois que comunhão há entre o justo e o injusto? E que comunhão há entre as luz e as trevas? Portanto saiam do meio deles e se separem, diz o Senhor, e não se contaminem. – Não sejam participantes com eles. Porque vocês estavam em trevas, mas agora estão na luz do Senhor: andem como filhos da luz: provando o que é aceitável ao Senhor e não tenham comunhão com as obras infrutíferas das trevas, mas antes as reprovem. (Gn. 13:10-11, 2 Pe. 2:7-8, Gl. 6:7, Lc. 17:32, 2 Co 6:14,17, Ef. 5:7,8,10,11)”.
De Deus não se zomba. Não se enganem!
Não estou defendendo a violência e tampouco a falta de educação. Mas em nome de uma educação socialmente moral e uma tolerância religiosa, a Igreja de Cristo acaba por vender sua consciência e se esquece da verdade. É impossível haver comunicação religiosa entre cristianismo e outra religião. Embora, particularmente respeite a opinião do outro e sua escolha. Mas isto não me impede de pregar o Evangelho como ele é, e dizer a verdade, ainda que doa e pareça soar, eu disse, PAREÇA soar intolerante.
O verdadeiro cristão é tolerante com pecadores, mas intolerante com o pecado. Tolerante com a ignorância da cruz e do Evangelho, porém intolerante com o que contamina, intolerante com heresias e o que o afasta da cruz. Mas em amor, sem violência. Em amor pregando a verdade e apenas a verdade, custe o que custar.
“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições”. 2 Tm.3:12
Não sejamos como a esposa de Ló – desobedientes, cegos e encantados pelas coisas fáceis e aparentemente bonitas.
Não viremos uma estátua de sal.
Tolerante e intolerante,
Em Cristo e em paz,
Anderson Alcides

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Somos um Espelho de Deus

É um tema estranho para abordar, mas Paulo tratou clamente do assunto em:
2 Corintios 3:18. "Mas todos nós, com o rosto descoberto, refltindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor."

Recebemos cobranças diárias a repeito da postura de pastores, líderes e até membros evangélicos, que muitas vezes não dão um bom testemunho de vida.
O fato, é que o mundo pede uma atitude diferenciada de nós cristãos. Atitudes de Cristo.

Paulo usa o exemplo de um espelho para ilustrar a maneira como se parecer com Cristo.
Aparentemente fora de contexto, pois os versos anteriores tratam sobre o véu. Mas compreendendo o que Paulo quer dizer, podemos claramente ver e concordar com ele.

1º Para um espelho refletir algo, é preciso estar descoberto
v. 15 Mas até hoje, quando é lido Moisés o véu está posto sobre o coração deles.
A primeira regra é simples, óbvia e clara, um espelho só pode refletir se não estiver coberto. 
No versículo 15, Paulo relembra quando Moisés desceu do monte e seu rosto resplandecia a glória de Deus, o véu era colocado sobre seu rosto para que Israel pudesse olhar diretamente para ele, o véu encobria, bloqueava e deixava inacessível a glória de Deus. É por este motivo que Jesus ao morrer fez com que o véu do templo se rasgasse.

2º Para um espelho refletir é preciso estar limpo.
Isaías 59.2 Mas os vossos pecados fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados, encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça.
Outra regra simples de um espelho, é que ele só reflete se estiver limpo. A imagem de Cristo só será expressa em nós, se nossos pecados começarem a sair. É impossível manifestarmos atitudes de Cristo imundos com a sujeira do pecado.

3º Para um espelho refletir, é preciso estar direcionado
O mais curioso deste passo, é que é um princípio básico. Um espelho só pode refletir o que está diante dele, e não o que está atrás.
Se Jesus está na nossa frente, e se estivermos direcionados à Ele, a sua Imagem se projeta em nós.
Agora, como nós somos um espelho, e estivermos direcionados para outras coisas, refletimos outras coisas, outras imagens, outras atitudes e não a Cristo.

4º O espelho REFLETE UMA IMAGEM, mas não deixa de ser espelho.
Este aqui é especialmente feito para nós, mesmo transparecendo a imagem de Jesus, não podemos nos esquecer que Ele é exemplo, nunca devemos nos gloriar nisso. Somos o instrumento que Deus usa, mas quem sempre tem que ser glorificado, é o Senhor. 
Somos comprados por um preço único, mas isso não faz de nós Deuses, e sim servos.
 
 
somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.


Se cumprirmos cada um destes princípios, seremos diariamente transformados, a ponto de Cristo resplandecer em nós, a ponto de Deus ser uma extenção de graça e misericórdia em nós. Seremos sua imagem e semelhança.

Que imagem você tem refletido para sua família, visinhos, e amigos?


Santifique-se e se encha do Espírito de Deus.

O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o SENHOR volte para ti o seu rosto e te dê paz. – Números 6.24-26


 
2 Coríntios 3:18
Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.
2 Coríntios 3:18

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Tempo para Família


O tempo dedicado para a família tem caído vertiginosamente nestes últimos 50 anos.
Primeiramente, basta levar em conta o aumento vertiginoso no número de famílias divorciadas, propiciadas pelas leis mais brandas com relação a separação de casais com filhos.
Hoje, praticamente 40% das famílias irá se divorciar, e o tempo dedicado para as crianças cairá 80%.
Primeiro, porque um dos cônjuges, normalmente o pai, não estará presente nos almoços nem nos jantares.
Estará presente no almoço de domingo, e olhe lá.
Segundo, a esposa que se não estava atarefada antes do divórcio irá perceber que cuidar de uma família sozinha irá consumir 100% do seu tempo. Tempo para conversar com os filhos, só para pedir que eles ajudem nos afazeres da casa.
Mas mesmo para os casais unidos, a situação deteriorou.As crianças de hoje têm 12 horas por semana a mais de atividades extra-curriculares fora de casa, como aulas de inglês, tênis, etc, do que há 20 anos.
Almoços e jantares que duravam em média 1 hora e meia há 100 anos, foram reduzidos para 37 minutos, em média.
Pior, segundo pesquisa de uma empresa de Fast Food, hoje somente 1/3 das famílias americanas afirmam que jantam juntos sistematicamente.
Famílias que afirmam tirar férias juntos, vemos uma queda de 28% nos últimos 20 anos.
Televisão no quarto das crianças, internet e música pop, reduziram conversas familiares em mais de 70% nestes últimos 50 anos.
A ideia de uma família entreter-se uns aos outros, declamando poesias, tocando instrumentos juntos, cantando, contando piadas, simplesmente conversando sobre as aventuras do dia a dia, as fofocas do trabalho, e assim por diante, praticamente desapareceu por completo.
Nem daria para competir com o seriado Sex in The City ou a última novela da televisão.
Para piorar ainda mais a situação, o mundo exterior se tornou mais interessante. Há coisas acontecendo fora da sua cidade ou sua vila, que hoje você fica sabendo.
Antigamente, um tsunami na Indonésia seria noticiado duas semanas depois, com uma única notícia. Hoje um evento destes é relato real timeon line, por semanas a fio.
Hoje temos notícias internacionais que são cinco a dez vezes mais externadas do que as notícias do seu bairro. Você sabe mais sobre o que faz o nosso Presidente da República do que seu vereador.
Seu vizinho pode morrer e você não ficará sabendo. Um coitado que morreu na Tailândia será noticiado, porque notícias locais são muito mais caras e têm público restrito no seu bairro.
Não é só a sua família que perdeu importância para a imprensa, mas o seu bairro, sua comunidade, tudo aquilo que antigamente fazia parte da sua vida.
Se quisermos reconquistar o calor humano de antigamente, o carinho da sua comunidade, a beleza do seu bairro, a convivência da sua família, você terá que lutar, e lutar bastante para combater todos estes fatores que conspiram contra.

autor: Stephen Kanitz

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Teólogo aponta o ‘esfriamento’ das igrejas evangélicas no Brasil e critica teologia da prosperidade em seu livro


O novo livro de Augustus Nicodemos “O culto segundo Deus – A mensagem de Malaquias para a igreja de hoje” tem sido visto como uma “espada afiada” para ajudar a identificar e revelar um esfriamento nas igrejas evangélicas do Brasil.
Nicodemus, que é teólogo e pastor presbiteriano, aborda em seu livro princípios relativos à adoração a Deus. Ele expõe através de seu livro os problemas expostos pelo profeta Malaquias e compara com os da igreja brasileira nos dias de hoje.
De acordo com Nicodemus, a profecia de Malaquias foi proferida e registrada em um contexto muito parecido com o que os evangélicos vivem hoje no Brasil, no qual adorar a Deus parece não fazer diferença visível na vida dos que o buscam constantemente nos locais de culto.
“Ao longo da história, nem sempre ficou claro para os cristãos o privilégio que têm de adorar a Deus, ser-lhe leal e fazer sua vontade. Qual é o proveito de servir a Deus, cultuá-lo e dedicar tempo para honrá-lo?”
O teólogo faz uma analogia entre o povo de Israel e os atuais cristãos brasileiros. Para ele, alguns setores da igreja evangélica, especialmente nas igrejas chamadas de missão ou históricas, estão passando por um período de esfriamento.
Nicodemus aborda a questão que muitos debatem atualmente sobre a “problemática” teologia da prosperidade. Ele compara o questionamento do amor de Deus pelo povo, que era muitas vezes medido por meio de coisas materiais e de sua situação financeira.
“Na época de Malaquias, o povo de Deus passava por uma grande crise econômico e financeira (…). O povo então começou a questionar a Deus se de fato Deus amava os judeus, como Malaquias dizia. Este questionamento decorria do fato que eles estavam medindo o amor de Deus pela prosperidade financeira, como as igrejas neopentecostais da teologia da prosperidade ensinam hoje o povo a fazer.”
Nicodemus acredita que por causa da influência da teologia da prosperidade, muitos “evangélicos” só enxergam a Deus nas bênçãos materiais e como resultado, quando as mesmas faltam, questionam o amor de Deus e deixam as igrejas.
Para ele, a teologia da prosperidade é uma heresia, e, portanto quem a adota e ensina, não pode ser considerado como enviado de Deus para abençoar o povo.
O problema da teologia da prosperidade, explica ele, é que a melhoria financeira é colocada como o alvo principal do Evangelho e do relacionamento da pessoa com Deus, sendo Deus apresentado como aquele que pode resolver todos os problemas financeiros e de saúde se tão somente as pessoas contribuírem sacrificialmente para a igreja.
“O maior problema das pessoas não é financeiro, mas espiritual e isto fica em segundo plano na teologia neopentecostal”.
O livro, que praticamente já esgotou a primeira edição com menos de dois meses de publicação, também aborda o desânimo do povo, o desinteresse dos pastores, a desobediência aos princípios de culto e a falta de coerência entre a vida e a adoração a Deus.